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GRI EN8

Total de retirada de água por fonte+ Índice remissivo GRI

GRI EN9

Fontes hídricas significativamente afetadas por retirada de água+ Índice remissivo GRI

GRI EN10

Porcentagem e volume total de água reciclada e reutilizada+ Índice remissivo GRI

GRI EN21

Descarte total de água, por qualidade e destinação+ Índice remissivo GRI

GRI EN25

Identificação, tamanho, status de proteção e índice de biodiversidade de corpos d’água e habitats relacionados significativamente afetados por descartes de água e drenagem realizados pela Organização relatora+ Índice remissivo GRI

Água

Quase toda a água consumida pela Empresa é direcionada às operações industriais, sendo a maior parte oriunda de reservatórios e rios localizados em regiões próximas às Unidades Agroindustriais. A irrigação dos canaviais é realizada basicamente com águas residuárias e vinhaça.

Na safra 2013-2014, foram consumidos 28,4 milhões de metros cúbicos de água, sendo 16,4 milhões de metros cúbicos de águas recicladas ou reutilizadas, o equivalente a 57,8% do total consumido. No período anterior, haviam sido utilizados 23 milhões de metros cúbicos de água. O consumo total teve acréscimo de 23,5% em relação ao período passado, impactado pela necessidade de ampliar a captação de água para irrigação de salvamento das lavouras, devido ao período de estiagem prolongada.

As Unidades Alcídia e Conquista do Pontal captaram águas subterrâneas em pequena escala. A única fonte hídrica significativamente afetada é o Córrego Laranja Azeda, na Unidade Alcídia (Polo São Paulo), em que a retirada do recurso representa 31,13% de sua vazão. O córrego possui relevância para a região por conta de sua extensão e localização, uma vez que passa por diversas propriedades e assentamentos, e possui uma Área de Preservação Permanente (APP) de cerca de 50 hectares.

 

Consumo de água, por fonte (m³)
Polos São Paulo Eldorado Santa Luzia Goiás Araguaia Taquari Total
Unidades Alcídia Conquista do Pontal Eldorado Santa Luzia Rio Claro Morro Vermelho Água Emendada Costa Rica Alto Taquari
Superficial 1.317 3.099 1.840 4.660 5.762 2971 2.387 2.912 2.720 27.668
Subterrânea 429 350 0 0 0 0 0 0 0 779
Total 1.746 3.449 1.840 4.660 5.762 2.971 2.387 2.912 2.720 28.447
Água reciclada (mil m³)
Polos São Paulo Eldorado Santa Luzia Goiás Araguaia Taquari Total
Unidades Alcídia Conquista do Pontal Eldorado Santa Luzia Rio Claro Morro Vermelho Água Emendada Costa Rica Alto Taquari
Volume total 1.222 2.414 1.288 2.013 2.639 1.044 1.258 2.297 2.275 16.450
Média por safra (%) 70% 70% 70% 43,2% 45,8% 35,1% 52,7% 78,9% 83,6% 57,8%

As Unidades da Odebrecht Agroindustrial contam com circuitos semifechados de resfriamento de água (torres de resfriamento) para geração de vapor nas caldeiras. Não há descarte em nenhum recurso hídrico. Todos os efluentes gerados no processamento da cana-de-açúcar (vinhaça, águas residuárias e águas servidas) são reaproveitados e aplicados no canavial para fertirrigação. Além de irrigar o solo, os efluentes repõem nutrientes, como potássio, e reduzem o consumo de insumos agrícolas. As Unidades da Empresa dispõem de estações de tratamento de efluentes (ETE), e o efluente tratado é diluído na vinhaça e direcionado também para irrigação.

Para o ano-safra, a Empresa tinha como meta o consumo de 1,1 metro cúbico de água por tonelada de cana processada. O resultado obtido foi de 1,12 metro cúbico, indicando evolução de 5,1% em relação ao período anterior (1,18 m3), sendo o melhor resultado obtido nas últimas safras. No ano-safra, a Odebrecht Agroindustrial realizou estudos setoriais que identificaram que o valor a ser perseguido, ao menos em um primeiro momento, é de 0,98 metros cúbicos por tonelada, tendo por base os dados obtidos com empresas produtoras de etanol de referência.

Consumode água por tonelada de cana processada (m³)
2009-2010 2010-2011 2011-2012 2012-2013 2013-2014
1,43 1,22 1,15 1,18 1,12

Oficinas automotivas

A Empresa dispõe de nove oficinas automotivas que dão suporte à manutenção de seus veículos – leves, de transporte ou de apoio. Nessas unidades, a água é reutilizada, não havendo demanda por recurso natural.

Cada oficina conta com uma estação de tratamento de água. Primeiramente, são separados o óleo e a areia; realizado o tratamento químico; e, por fim, o armazenamento adequado da água, para posterior reutilização na lavagem de equipamentos. Somente a água perdida é reposta; o restante permanece armazenado em sistema fechado.