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GRI EN3

Consumo de energia direta discriminado por fonte de energia primária+ Índice remissivo GRI

GRI EN4

Consumo de energia indireta discriminado por fonte primária+ Índice remissivo GRI

GRI EN5

Energia economizada, devido a melhorias em conservação e eficiência+ Índice remissivo GRI

GRI EN6

Iniciativas para fornecer produtos e serviços com baixo consumo de energia ou que usem energia gerada por recursos renováveis e a redução na necessidade de energia resultante dessas iniciativas+ Índice remissivo GRI

GRI EN7

Iniciativas para reduzir o consumo de energia indireta e as reduções obtidas+ Índice remissivo GRI

Energia

A Odebrecht Agroindustrial gera energia limpa a partir do processamento do bagaço da cana (biomassa), sendo praticamente autossuficiente no recurso (96% do total consumido). No período, ocorreu elevação natural no consumo de energia direta – empregada em produtos e serviços da Empresa – em razão do aumento da produção. Entretanto, esse acréscimo (16,7%) foi menor que o incremento da produção, que ficou em 19%. No ano-safra 2013-2014, a Empresa consumiu 2.579.690 GJ de energia direta. Já o consumo total por tonelada de cana processada foi de 0,114 GJ.

O consumo de energia indireta (eletricidade, aquecimento e refrigeração) foi de 106.765 GJ, elevação de 211,7% sobre a safra anterior (34.253 GJ) e representou apenas 4% do total de energia consumida pela Organização. Comprada de concessionária, a energia adquirida é originária principalmente de fontes hidrelétricas, seguindo a matriz elétrica brasileira e consumo de energia indireta.

A Empresa tem investido na otimização dos ativos de caldeiras, equipamentos responsáveis pela queima da biomassa, transformando-a em vapor e, posteriormente, em energia. Para isso, vem implantando melhorias no processo de produção e na forma de utilização dos ativos de modo a torná-los cada vez mais eficientes. Na safra, a Odebrecht Agroindustrial criou um indicador para mensurar o desempenho da produção, que monitorará a quantidade de energia exportada (kWh) por tonelada de cana moída. Assim, quanto mais alto for o resultado do indicador, melhor será o uso feito dos ativos industriais disponíveis, ainda que estes agora pertençam à OER.

Consumo de energia – direta e indireta (GJ)
2011-2012 2012-2013 2013-2014
Direta 1.515.259 2.210.513 2.579.690
Indireta 40.883 34.253 106.765
Total 1.556.142 2.244.766 2.686.455

O aumento do consumo de energia na safra não acompanhou o aumento da produção industrial na mesma proporção, sendo o primeiro da ordem de 16,7% contra 19% de incremento industrial. Dado que o consumo de 2012-2013 foi de 2.210.513 GJ, se aplicado o mesmo percentual de crescimento da produção (19%), a necessidade de energia seria de 2.630.510 GJ. Entretanto, o valor de energia consumida em 2013-2014 foi de 2.579.690 GJ. Portanto, a quantidade relativa de energia economizada foi de 50.820 GJ.