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GRI EN11

Localização e tamanho da área possuída, arrendada ou administrada dentro de áreas protegidas, ou adjacente a elas, e áreas de alto índice de biodiversidade fora das áreas protegidas+ Índice remissivo GRI

GRI EN12

Descrição de impactos significativos na biodiversidade de atividades, produtos e serviços em áreas protegidas e em áreas de alto índice de biodiversidade fora das áreas protegidas+ Índice remissivo GRI

GRI EN13

Habitats protegidos ou restaurados+ Índice remissivo GRI

GRI EN14

Estratégias, medidas em vigor e planos futuros para a gestão de impactos na biodiversidade+ Índice remissivo GRI

GRI EN15

Número de espécies na Lista Vermelha da IUCN e em listas nacionais de conservação com habitats em áreas afetadas por operações, discriminadas por nível de risco de extinção+ Índice remissivo GRI

Biodiversidade

A Odebrecht Agroindustrial segue rigidamente a legislação ambiental brasileira e as recomendações internacionais aplicadas ao setor sucroenergético, pautando-se a partir da Política sobre Sustentabilidade da Organização Odebrecht, dos Oito Objetivos do Milênio, das diretrizes da Carta da Terra e das normas da certificação Bonsucro (Europa e Ásia), RFS2 (EUA) e CARB (Califórnia) e do Protocolo Agroambiental do Estado de São Paulo. Também realiza ações em áreas de influência direta e indireta de suas atividades, em parceria com organizações não governamentais, órgãos ambientais e instituições de ensino e pesquisa.

O monitoramento e o controle ambiental são promovidos em todas as Unidades Agroindustriais, no entorno de Áreas de Proteção em córregos ou rios de influência direta e áreas de Reserva Legal, visando sua conservação.

Todas as Unidades desenvolvem o Programa de Monitoramento da Fauna. A ação é distribuída em quatro etapas: levantamento e monitoramento da fauna e organismos aquáticos; levantamento da ocupação das áreas plantadas e do uso da fauna silvestre; levantamento e monitoramento da fauna de vertebrados atropelados; e informação e cuidados com animais peçonhentos.

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A cana-de-açúcar empregada na operação da Odebrecht Agroindustrial é cultivada em campos previamente antropizados, em biomas de Cerrado e Mata Atlântica, minimizando os potenciais impactos sobre a biodiversidade.

A Empresa não realiza atividades em áreas protegidas e de elevado índice de biodiversidade, além de não promover o desmatamento de vegetação nativa. A operação não causa impacto significativo, direto ou indireto, na biodiversidade.

Propriedades próximas a áreas protegidas ou de alta biodiversidade
Unidades Área
Polo São Paulo
Alcídia 1.611 hectares (16,1 km²) no entorno de Unidades de Conservação (Parque Morro do Diabo e Estação Ecológica Mico-Leão-Preto).
Conquista do Pontal 869 hectares (8,7 km²) no entorno de Unidade de Conservação (Parque Morro do Diabo e Estação Ecológica Mico-Leão-Preto).
Polo Eldorado
Eldorado 2.707,8 hectares (27,08 km²) situados na Unidade de Conservação (APA do Rio Vacaria).
Polo Santa Luzia
Santa Luzia 13.948 hectares (139,5 km²) em Unidades de Conservação (APA do Rio Vacaria e APA do Rio Anhanduí).
Polo Goiás
Rio Claro Não possui.
Polo Araguaia
Morro Vermelho 9.393 hectares (0,93 km²) na Zona de Amortecimento do Parque Nacional das Emas.
Água Emendada Não possui.
Polo Taquari
Alto Taquari 50.178 hectares (50,2 km²) localizados em Zonas de Amortecimento da APA Nascentes do Rio Sucuriú e Parque Municipal Salto do Rio Sucuriú.
Costa Rica 29.470 hectares (29,5 km²) localizados em Zonas de Amortecimento da APA do Sapo, APA do Ninho das Águas e Parque Municipal Salto do Rio Sucuriú.
Total 108.177 hectares (272,01 km²)

RECUPERAÇÃO DE ÁREAS

Como estratégia para recuperação de áreas degradadas, a Odebrecht Agroindustrial mantém o Programa Conectividade nas Unidades do Polo São Paulo, na região do Pontal do Paranapanema onde estão localizadas duas unidades de conservação: a Estação Ecológica Mico-Leão-Preto, distribuída por quatro municípios, e o Parque Estadual Morro do Diabo, em Teodoro Sampaio. Por meio dos corredores ecológicos, a iniciativa contribui para o fluxo gênico entre sementes, organismos e pólen, auxiliando na reprodução de espécies e na qualidade de áreas de mata nativa, e diminuindo o risco de extinção da flora e da fauna locais. Para isso, a Empresa difunde entre os proprietários de terras informações a respeito da importância e da necessidade da conservação da biodiversidade local, e disponibiliza assistência técnica para a identificação das áreas mais adequadas à implantação de Reservas Legais pelos proprietários das fazendas.

Até a safra 2013-2014, a Empresa recuperou 5.740 hectares de Áreas de Preservação Permanente (APP), 32.025 hectares de Reservas Legais (RL), 20 hectares de corredores ecológicos e 559 hectares de outras áreas, por meio de Planos de Recuperação de Áreas Degradadas (Prads). Desde 2007, já foram plantadas mais de 1,5 milhão de espécies de árvores nativas.

Levantamentos realizados no Polo Goiás identificaram 11 espécies de animais ameaçadas de extinção, como a jaguatirica, o lobo-guará e o tamanduá-bandeira. Já no Polo Mato Grosso do Sul, estudos ambientais identificaram algumas espécies ameaçadas de extinção e em situação vulnerável nas proximidades de Unidades da Odebrecht Agroindustrial. Em ambos os casos, a operação não causa interferência direta sobre essas espécies.

Plantio de Mudas
Unidades 2007-2011 2011-2012 2012-2013 2013-2014
Alcídia 340.000 20.000 26.600 10.000
Conquista do Pontal 120.000 77.600 71.600 51.646
Eldorado 200.000 49.387 25.000 50.000
Santa Luzia 145.000 52.612 0 38.217
Rio Claro 35.000 15.000 2303 4.060
Morro Vermelho 33.564 13.000 10.555 14.950
Água Emendada 16.800 3.000 7.728 9.000
Costa Rica 9.363 0 380
Alto Taquari 3.000 3.000 0 0
Total 902.727 233.599 143.786 178.253