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GRI EN18

Iniciativas para reduzir as emissões de gases causadores de efeito estufa e as reduções obtidas+ Índice remissivo GRI

GRI EN26

Iniciativas para mitigar os impactos ambientais de produtos e serviços e a extensão da redução desses impactos+ Índice remissivo GRI

Gestão de impactos

Todas as Unidades Agroindustriais dispõem de Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto ao Meio Ambiente (EIA/Rima) realizado por equipes multidisciplinares, responsáveis pelo diagnóstico das regiões onde atuam. Após a identificação dos impactos, foram desenvolvidos os respectivos Planos Básicos Ambientais, que descrevem as ações para mitigação ou compensação de cada impacto identificado.

Os incêndios agrícolas acidentais seguem demandando a atenção da Odebrecht Agroindustrial. A partir da introdução do processo de mecanização da colheita, que representou significativos ganhos em produtividade, agilidade e encerrou o processo de queima controlada da cana-de-açúcar, não eliminou o risco de incêndios agrícolas acidentais, uma vez que as máquinas operam permanentemente por atrito em situação de seca. Para combater novas ocorrências, a Empresa tem investido na prevenção e no controle de incêndios, por meio da melhoria do maquinário; instalação de kits de prevenção de incêndios nas colhedoras; treinamento de equipes; disciplina nos procedimentos; manutenção da limpeza das máquinas; e posicionamento adequado de caminhões-pipa.

No período, as áreas de Comunicação e Meio Ambiente produziram uma cartilha tratando do assunto, que foi distribuída no início de 2014 a cada Integrante. A entrega do material foi realizada durante dois workshops, promovidos nas Unidades Agroindustriais.

Na safra 2013-2014, foram identificados 43 princípios de incêndio, relacionados à operação mecanizada.

Gestão de Impactos
Aspecto Iniciativas de mitigação
Consumo de recursos naturais (água e energia) A Odebrecht Agroindustrial é praticamente autossuficiente em energia cuja fonte principal é renovável. Do total de energia consumida no seu processo industrial, 96% é de geração própria, proveniente do aproveitamento energético do bagaço da cana. A água empregada na indústria é reutilizada no processo, por meio da recirculação de 64% do total captado para a planta. Não utiliza água para irrigação.
Efluentes A Empresa possui Estações de Tratamento de Efluentes (ETE) em todas as Unidades e não descarta efluentes na rede municipal ou em coleções hídricas, reutilizando-os para irrigação do solo (fertirrigação), por meio da diluição na vinhaça. Além disso, as Unidades dispõem de Estação de Tratamento de Água Oleosa (ETAO), na qual a água misturada ao óleo proveniente das oficinas mecânicas passa por separação e tratamento, sendo bombeada de volta aos tanques das referidas oficinas para utilização em lavagens de veículos, máquinas e equipamentos agrícolas. Já o óleo é recolhido por empresa especializada no tratamento e reaproveitamento do mesmo.
Emissões atmosféricas A Empresa contribui para a captura de gases de efeitos estufa (GEE) por meio do plantio de cana-de-açúcar e da produção de combustível e energia limpos. Também realiza inventário de emissões e controle regular e sistemático da eficiência das caldeiras e dos veículos. O resultado do inventário demonstra que o balanço de GEE é negativo, ou seja, a Empresa captura mais CO2 do que emite.
Resíduos sólidos Grande parte dos resíduos do processo industrial torna-se insumo em alguma fase do processo produtivo, a exemplo da vinhaça, torta de filtro e cinzas da caldeira, todos utilizados para aplicação na lavoura, além do bagaço da cana utilizado como combustível para a caldeira e consequente geração de energia. Materiais que demandam destinação e descarte fora das Unidades recebem tratamento e disposição final de acordo com as melhores práticas ambientais e as políticas nacionais e estaduais vigentes, bem como programas para sua minimização e reciclagem.
Combate a incêndios agrícolas Treinamento e aculturamento de Integrantes em relação à questão de segurança e proteção ambiental. Projetos de prevenção, combate e mitigação de impactos decorrentes de incêndios agrícolas amplamente disseminados nas nove Unidades Agroindustriais, em ações essenciais para a proteção de pessoas, do meio ambiente e do patrimônio da Empresa, em decorrência da grande extensão de terras e da própria característica da lavoura de cana-de-açúcar e dos períodos de seca. Na safra 2013-2014 muitos focos de incêndios provocados por raios ou pelo excesso de calor demandaram ações enérgicas das brigadas das Unidades para evitar consequências mais graves. Existe indicador específico para gestão e controle deste risco.