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GRI 1.2

Descrição dos principais impactos, riscos e oportunidades+ Índice remissivo GRI

Perspectivas

A Odebrecht Agroindustrial não arrefeceu seus objetivos e suas metas diante da crise do setor sucroenergético. Ao contrário, estabeleceu metas audaciosas de curto e médio prazos, como elevar em 19% o processamento de cana durante a safra 2014-2015, alcançando 26,8 milhões de toneladas. Esse volume permitirá produzir 1,9 bilhão de litros de etanol e 658 mil toneladas de açúcar e fornecer biomassa suficiente para a cogeração de 1,9 mil GWh de energia elétrica exportável.

Do ponto de vista comercial, as perspectivas de preços de açúcar são mais favoráveis do que os alcançados na safra 2013-2014, devido a um equilíbrio maior na oferta/demanda mundial. No etanol, a redução da oferta decorrente da seca no Brasil deve garantir preços médios melhores. Todavia, em ambos os casos, os preços seguem depreciados em relação ao potencial.

Em relação às exportações, em decorrência de problemas climáticos – seca no Brasil e nevascas excessivas nos EUA – torna-se difícil avaliar o cenário para a safra 2014-2015. Contudo, a expectativa é que o comércio de etanol entre o Brasil e os Estados Unidos, exportação/importação em ambos os fluxos, seguirá crescendo.

Para que tudo isso seja possível, a Odebrecht Agroindustrial está investindo em uma série de ações para melhorar os indicadores de produtividade, mantendo o seu comprometimento com o desenvolvimento sustentável. Entre as prioridades estabelecidas no PA para a safra 2014-2015 estão:

  • Reforçar o aculturamento e o progresso em SSMA;
  • Reduzir o turnover de Integrantes para 15% e o absenteísmo para um patamar inferior a 2,8%;
  • Continuar o reposicionamento do mix de produtos, aumentando em mais de 80% a produção de etanol anidro na safra 2014-2015;
  • Partida da desidratadora na Unidade Rio Claro.
Objetivos e metas
Objetivo Metas safra 2013-2014 Resultado 2013-2014 Metas safra 2014-2015 Metas médio prazo
(3 a 5 anos)
Investimentos visando à sustentabilidade dos negócios agroindustriais R$ 1,3 bilhão R$ 1,1 bilhão R$ 0,8 bilhão R$ 0,8 bilhão na safra 2014-2015, R$ 0,5 bilhão na safra 2015-2016 e 2016-2017
Aumentar a área plantada 109,2 mil hectares, sendo 74 mil de expansão e 35,2 mil de renovação Plantados 97mil hectares de cana 74 mil hectares de cana Atingir 464 mil hectares no prazo de três anos
Geração de emprego Abrir mil novos empregos Redução de 5,2% no número de Integrantes Estabilização no número de Integrantes Manutenção dos empregos
Aumentar o volume de cana processada Moer 25 milhões de toneladas de cana-de-açúcar 22,5 milhões de toneladas, ou 19% acima da safra anterior 26,8 milhões de toneladas de cana, 19% acima da safra anterior Moer 29,5 milhões de toneladas até a safra 2016-2017
Elevar a produção de etanol Produzir aproximadamente 1,8 bilhão de litros de etanol, sendo 1,4 bilhão de litros de hidratado e 0,4 bilhão de litros de anidro 1,5 bilhão de litros, acréscimo de 15% sobre a safra anterior, sendo 1,1 bilhão de litros de hidratado e 0,43 bilhão de litros de anidro 1,9 bilhão de litros, 21% superior, sendo 1,1 bilhão de litros de etanol hidratado e 0,8 bilhão de anidro (77% maior) Produzir 2,1 bilhões de litros de etanol, sendo 1,2 bilhão de litros de hidratado e 0,9 bilhão de litros de anidro na safra 2016-2017
Elevar a produção de açúcar VHP Produzir 579,2 mil toneladas de açúcar VHP 525 mil toneladas, volume 36,5% superior ao da safra anterior 658 mil toneladas, volume 25,3% maior ao da safra anterior 700 mil toneladas de açúcar VHP na safra 2016-2017.
Elevar a geração de energia elétrica Gerar 2,6 mil GWh de energia elétrica 2,3 mil GWh, 57% acima da safra anterior 2,7 mil GWh 3,2 mil GWh na safra 2016-2017
Custos Fixos e Variáveis Agrícolas R$ 1,9 bilhão R$ 2 bilhões R$ 1,8 bilhão R$ 1,8 bilhão em 2016-2017
Redução da taxa de rotatividade de pessoas Alcançar 20% de turnover Redução de 5 pontos percentuais, passando de 25,3% para 19,9% Reduzir o turnover para 15% Chegar a 10%
Taxa de Frequência de acidentes 0,26 0,32 0,30 ≤ 0,2