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Construindo a Sustentabilidade

Na Odebrecht Agroindustrial, o conceito de sustentabilidade integra as agendas de discussões de maneira efetiva e serve como alavanca para a competitividade e o crescimento do negócio.

A Empresa segue princípios estabelecidos pela Política sobre Sustentabilidade da Organização Odebrecht, que têm como objetivos garantir solidez operacional e financeira, disciplina no uso do capital e respeito a critérios éticos, legais e socioambientais. Busca, assim, garantir a geração de energia limpa e renovável, preservar o meio ambiente, contribuir para o desenvolvimento e a qualidade de vida das comunidades próximas às suas operações e oferecer o melhor ambiente de trabalho para seus Integrantes.

Líderes e Liderados são estimulados a assumir responsabilidades na adoção e na disseminação da cultura de sustentabilidade, assegurando que o tema esteja presente no seu dia a dia, seja no campo ou na indústria, seja nos ambientes corporativos ou na comunidade. A Empresa mantém áreas de Sustentabilidade e Segurança, Saúde e Meio Ambiente comprometidas a desenvolver uma visão estratégica e operacional para que as questões relacionadas ao desenvolvimento sustentável sejam alinhadas e transversais a toda a Empresa.

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O próprio setor de biocombustíveis no qual a Empresa atua é um grande modelo de negócio sustentável. A cana-de-açúcar é uma matéria-prima renovável que captura grandes quantidades de carbono (CO2) em seu ciclo de vida. As emissões dos gases de efeito estufa (GEE) do etanol brasileiro são cerca de 90% menores quando comparadas às da gasolina, de acordo com estudos divulgados pela UNICA (União da Indústria de Cana-de-açúcar).

Apesar de ser possível encontrar diferentes análises sobre o tema, entidades internacionais reconhecem o desempenho superior do etanol de cana-de-açúcar em relação a outras matérias-primas utilizadas, como o milho, o trigo ou a beterraba. Este é o caso dos cálculos de emissões de GEE feitos pelo Programa de Combustíveis Renováveis da Agência de Proteção Ambiental Americana (EPA) e pela União Europeia, no âmbito de sua Diretiva para Energias Renováveis.

Além disso, a maior parte dos resíduos gerados no processo industrial do etanol é transformada em subprodutos que são reintegrados ao ciclo produtivo, como na geração de energia limpa, permitindo à Empresa autossuficiência energética.

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